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Caro amigo, nos diga (e seja sincero) até que ponto você acha que a bolha da internet pode ser realmente útil para facilitar a sua busca por informações e conteúdo?

Sentimos lhe informar, mas você acredita fielmente que as informações sugeridas e os resultados das suas buscas são realmente tudo aquilo que você precisa? Não se engane. Quando você faz uma pesquisa e encontra um resultado que te satisfaz, não é apenas porque os sites estão bem ranqueados no Google e o analista de SEO fez um trabalho perfeito. Além disso, os resultados das buscas que você obtém no Google são baseados em todas as outras pesquisas que você já fez, em todos os sites que já acessou, os filmes que assistiu, as músicas que ouviu, os cookies de seu computador, etc. Portanto, se no seu PC ou smartphone você realizar uma busca e seu amigo realizar a mesma pesquisa no dispositivo dele, o resultado obtido poderá, com muitas chances, ser diferente.

A maneira como você usa a internet, as publicações que curte, comenta e compartilha no Facebook, dão origem às chamadas “bolhas de conteúdo personalizado”, formadas pelos algoritmos, que são os conjuntos de regras para execução de uma tarefa na web. O funcionamento dos algoritmos, por sua vez, não são muito bem explicados pela Google, já que se fossem claros dariam a chance de muitos sites se aperfeiçoarem para subir no ranking de pesquisa, burlando resultados e reduzindo a relevância para os usuários, é o que explica Bruno Pessoa, engenheiro chefe de buscas da Google.

No Facebook, por exemplo, o conteúdo que você visualiza em sua timeline chega até você por um conjunto de fatores, como: localização, idioma, interesses em comum, popularidade do conteúdo e grau de interação com a pessoa ou a página que fez o post. Por causa disso, os 1,5 mil posts que você deveria receber por dia, viram apenas em 300.

Quer um exemplo bem claro de como a internet facilita e MUITO a sua vida? O Netflix, que te sugere filmes de acordo com o que já assistiu. E há rumores de que a empresa quer ampliar ainda mais essa personalização, dando sugestões de filmes ao efetuar apenas um clique, sem ser necessário fazer buscas. Cristiano Nabuco, especialista em transtornos na internet comenta que “a bolha funciona como um anteparo, deixando o sujeito mais engessado dentro de suas próprias crenças”.

O usuário se esforça menos, porém a customização sugere a reflexão: cada vez mais, as pessoas irão ter acesso a um conteúdo que faça apenas referência ao que ela quer saber, diminuindo assim as possibilidades de expandir os horizontes e encontrar algo totalmente novo que lhe possa ser muito relevante e permitir um novo aprendizado.

E você, concorda com isso? O que acha da bolha de conteúdo personalizado? Conte pra gente!

Fonte: Tab, UOL

Sobre Poliana Dal Bosco

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Poliana é jornalista com especialização em Marketing Promocional e Merchandising. Tem 26 anos e sonha feito criança. Gosta de comunicação em geral, tecnologia e tem uma grande paixão por marketing, em especial o digital e o de conteúdo. Gosta de SEO e principalmente de transformar tudo em palavras. Já trabalhou com assessoria de imprensa, comunicação interna e marketing digital. Hoje sonha em explorar novos horizontes, viajar o mundo e administrar seu próprio negócio.

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